Quem é a mente por trás da maior ativação feminina da América Latina?
Toda mulher carrega duas vozes dentro de si.
Uma grita medo. A outra grita verdade.
Saber qual ouvir — a voz plena, aquela que vem de dentro e se alinha com Deus —
é o primeiro passo para viver uma vida mais intensa, mais verdadeira, mais cheia, mais completa.
Com mais missão. Com mais propósito. Com mais plenitude.
Mônica Rossati ouviu essa voz. E atendeu ao chamado.
Ela é a mente visionária, a essência estratégica e a alma ativadora por trás da nave que movimenta o maior ecossistema feminino em ascensão da América Latina.
Criadora do Clube Mulher Vida Plena, Mônica é a mulher que transforma dores em destino, traumas em tesouros, e negócios em ferramentas de identidade, influência e faturamento.
Mônica não nasceu em berço de ouro.
Foi abandonada pela mãe e pelo pai, e criada pela avó até os cinco anos de idade.
Após a perda da avó, passou por casas, tias, rejeições e silêncios.
Aos 16 anos, engravidou — não por paixão, mas por uma tentativa de fugir de uma vida que doía em silêncio.
Viveu relacionamentos tóxicos, instabilidade emocional, solidão e escassez.
Mas havia algo dentro dela que ninguém podia apagar:
a certeza de que era a menina dos olhos de Deus.
E quando foi buscá-Lo… ela se reencontrou.
Foi aos 35 anos que Mônica despertou para o autoconhecimento e decidiu viver sua melhor versão.
Ela deixou de ser uma pessoa tóxica — e hoje vive a vida dos seus sonhos.
Mônica se auto responsabilizou por tudo que aconteceu na sua vida e tomou pavor do vitimismo e da escassez.
Reconhecer que era o problema e se tornar a solução não é algo comum — e ela teve coragem de fazer isso.
Hoje, é obcecada por cura, verdade e resultado real.
Ela não espera, ela executa. Não terceiriza, ela assume.
E essa responsabilidade radical se tornou a força que move seu propósito.
Percebeu que cada mulher que a procurava não queria só estratégia —
queria ser ativada. Queria se lembrar de quem realmente é.
E foi nesse momento que nasceu sua missão:
acender códigos, ativar identidades, despertar consciências.
Para cumprir essa missão com excelência, Mônica mergulhou onde poucas mulheres têm coragem de ir:
* A mente humana
* O comportamento humano e feminino
* A espiritualidade aplicada e profunda
* A neurociência
* A física quântica
* A ciência da mente e a psicologia
* A liderança com identidade
* E tudo que une inovação, tecnologia, marca e marketing com alma
Obcecada por dar certo na vida com essência, ética, transparência, lealdade, caráter, missão, princípios e valores, investiu muito dinheiro em cursos, imersões e treinamentos com os maiores players do mercado — para se desenvolver como ser humano, estrategista e líder.
Hoje, ela reúne tudo isso em uma metodologia única, prática, acessível e poderosa.
Para ativar. Para posicionar. Para libertar.
Porque toda mulher tem sombra.
E quem aprende a iluminar suas sombras, transforma tudo.
Hoje, Mônica lidera o Clube Mulher Vida Plena —
um ecossistema que é ao mesmo tempo comunidade, movimento, escola, clube de vantagens, plataforma de impacto e estilo de vida.
É a nave que ativa mulheres para escalar montanhas com verdade, presença e resultado.
Aqui, entregamos muito mais do que conhecimento.
Entregamos libertação, estrutura, impulso, direção e pertencimento.
Na nossa nave, a mulher plena aprende os três fundamentos de base:
🔸 Não julgar
🔸 Não reclamar
🔸 Não se vitimizar
Porque só assim ela floresce.
E quem planta sonhos com disciplina e fé… colhe resultados.
“Cuide bem do seu jardim. Porque quando você floresce… a borboleta vem.”
E quem é o seu jardim, mulher?
Seu corpo. Sua mente. Seu espírito.
O Clube é sustentado por três códigos sagrados que regem a identidade da mulher plena:
🔷 3D: Deus • Disciplina • Dinheiro
🔷 3P: Presença • Propósito • Prosperidade
🔷 3C: Coragem • Consciência • Conexão
Menos competição. Mais conexão.
Menos distração. Mais direção.
Menos aparência. Mais essência.
“Ande com uma mulher plena, e você se tornará plena.”
A vida é plena. Vamos ativar a sua versão plena agora.
“Eu fui buscar a Deus… e me encontrei.” – Mônica Rossati